VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES

Rio, 02/08/2022.

Escrito pelo colunista: Antonio Chaves.

 

VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES.

 

Eu, fico indignado que até os dias de hoje, ainda existe violência contras as mulheres.  A violência tem traumatizado e vitimado muitas mulheres. Muitas vezes, elas estão dentro de uma relação abusiva e não conseguem enxergar. Cabe aos que estão mais próximos, do lado de fora da situação, alertar sobre como aquele tipo de relação é inadmissível. As ações humanas, devem ser analisadas sob a ótica de quem as pratica, dos estímulos internos e externos que os motivam.

Há comportamentos que se manifestam pela livre vontade. As ações humanas violentas, precisam ser observadas através de fatores que envolvem o agressor. Devem ser levantadas questões relacionadas ao que o impulsionou a praticar esse ato, quais os sentimentos, as emoções e em que situação essa conduta agressiva perpetuou-se.

Através da imagem de fragilidade física da mulher, construiu-se que a sua natureza era inferior ao homem. Os comportamentos adotam uma frequência crescente e a mulher começa a perceber a agitação do companheiro. O agressor se mostra encantado e manipulável. O agressor acredita que pode se controlar e nunca mais agredirá a mulher. Convence a todo mundo disso, usando frequentemente a família e os amigos para convencer a mulher a não romper o relacionamento com ele. A mulher quer acreditar nele e se convence de que a intenção dele é verdadeira.

Os motivos que uma mulher possui para permanecer em uma relação que lhe cause danos, são de difícil compreensão, pois, a partir de uma visão superficial podem parecer insignificantes. Porém, as emoções que orbitam os casos de violência contra a mulher são muito mais complexas do que se pode imaginar.

O melhor, talvez, seja deixar as coisas se acalmarem, não comentar com ninguém o ocorrido e dizer a todos que o olho roxo foi provocado por uma batida involuntária na quina do armário. A violência contra a mulher afeta sua autoestima, o que a faz criar uma imagem negativa com relação a si mesma, dificultando assim, a sua capacidade de interagir com o mundo. Os Filhos que presenciam ou possuem conhecimento sobre a prática da violência dentro de casa, estão propícios a desenvolver problemas emocionais e comportamentais.

Crianças que testemunham violência entre seus pais frequentemente mostram muitos dos distúrbios comportamentais e psicológicos apresentados pelas crianças que são vítimas de abusos. Elas podem desenvolver distúrbios como ansiedade, depressão, perda da capacidade de atenção, acarretando baixo rendimento escolar, durante o sono pode ter pesadelos. Com objetivo de oferecer proteção as mulheres vítimas de agressões, e punir o agressor.

A Lei Maria da Penha, foi aprovada. Símbolo da luta contra a violência doméstica e familiar contra a mulher, esta Lei cria mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher. A agressora pode passar uma vida inteira sofrendo agressões por seus parceiros sem que ninguém saiba.

A importância de um profissional do Direito capaz de reconhecer o contexto em que a violência acontece, e o processo psicológico envolvido no mesmo, é fundamental para a obtenção de resultados positivos na luta contra a violência doméstica. (Namaste).

 

Mensagem do dia: De todos os atos de covardia contra as mulheres, reduz o indivíduo ao mais baixo dos seres. (Rangel C. Rodrigues).

 

 



Nasci em 1959 no Rio de Janeiro e venho de família humilde. Lutei muito para chegar onde ainda contínuo chegando. Comecei a me interessar pela poesia ainda na adolescência. Onde eu escrevia pequenos trechos. Foi quando comecei a sentir uma vontade enorme de me expressar através desses trechos. Comecei a sentir uma profunda sintonia com o meu modo de ver e de sentir. Desses pequenos trechos, fui juntando cada frase que escrevia, até surgir a arte da poesia na minha vida. A partir desse momento, comecei a participar de vários Concursos Literários. E não parei por aí. Comecei a participar de Antologias Literárias, ganhando vários Certificados de Participações. A minha primeira antologia foi com o tema "MEU BRASIL BRASILEIRO" (2013), a segunda com o tema "BRASIL de A a Z" (2014), a terceira com o tema "FAZENDO AMOR COM A POESIA" (2015), a quarta com o tema "TODAS AS MULHERES DO MUNDO" (2017), a quinta com o tema "ANUÁRIO DE ESCRITORES 30 ANOS" (2018). O meu primeiro livro publicado Infanto-juvenil, o INDIOZINHO GUARANI (2018). Estou indo para o meu segundo livro, que está em análise na editora. Está pensando que estou com a intensão de parar? Está redondamente enganado. Não tenho esta intenção. Estou escrevendo outros. Me formei em Bacharel em Publicidade e Propaganda. Fiz o curso Técnico de Enfermagem. E o destino quis, que eu cuidasse de vidas humanas. Sou Servidor Público Estadual. Escritor. Colunista do jornal de grande expansão no Mato Grosso do Sul. Colunista do site Pensar bem viver bem em São Paulo. Colunista da Revista Statto no Rio Grande do Sul. Eu me defino como um ser em mutação porque estou em busca de ideias inovadoras para minha vida. Quero concluir, lembrando a todos, que a figura do professor é a principal referência de nossas vidas e precisamos garantir o direito à leitura no sentido geral. Que esta minha história de vida, possa incentivar aos mais jovens, que dizem não gostar de ler. E sabemos: - não gostam de ler porque não foram motivados, não foram ensinados. Leitura se ensina sim, e ensinar é democratizar a experiência da leitura. É portanto, responsabilidade docente promover a leitura e assegurar a todos, o direito de ser um indivíduo atuante no mundo em que vivemos.

Diga-nos o que achou do post: