Vida após a morte via ciência – Por Filósofo Célio Azevedo

O conceito de Radiação Hawking praticamente comprovaria uma possibilidade de vida após a morte, via ciência. Isso porque nenhuma informação no universo pode ser destruída. No entanto, pode ser transformada.

Caso nossos pensamentos também sejam informações, dentro desse sofisticado computador biológico chamado cérebro humano, nada se perde no espaço.

Esses mesmos pensamentos (alma) não são destruídos quando seu computador para de funcionar, apenas transformados em outra forma de matéria. A mesma é também chamada de espírito. Ainda não conseguimos cientificamente detectar tais fenômenos por meio dos instrumentos tecnológicos existentes, talvez um dia.

Os cientistas devem buscar respostas, a fim de matarmos de vez essa charada universal.



Célio Azevedo é jornalista e filósofo graduado, além de docente superior pós-graduado, com MBA em Gestão de Negócios pela UCAM e MBA Executivo em Marketing pela UGF, número de registro: 28.046/RJ. É autor de "A Cobertura do JB e do Globo da Queda do Muro de Berlim (1989) e do Fim da URSS (1991)", "Manuscritos Poéticos", "Java para todos", "Músicas em Outros Idiomas", "Arte e Materialismo - Filosofia do Caos", em tcheco "Umění a Materialismus: Filozofie chaosu", "As Tecnologias da Comunicação e o Ensino Superior de Jornalismo", "A Educação planetária de Edgar Morin", "Gotterdamerung", trabalhou também no livro de contos "O Lado Sombrio" e, recentemente, em "Kritické Myšlení a Média". Também lançou os álbuns musicais de estúdio: "2012", "Mr. Fusion", uma ópera rock "Celio Azevedo's Scout - Scoutish: The XXI Rock Opera", "Espere o Amanhã", "Modern World", "2022", além de diversos singles e outras discografias alternativas. Nos anos 2000, ademais, estudou TI, Direito e Filosofia, além de lecionar linguagens de programação orientadas a objetos. Nos dias de hoje, ministra cursos e é empresário. Palestrante, periodista e escritor, atualmente analisa a realidade política nacional e internacional sob uma perspectiva própria.

Diga-nos o que achou do post: