Tottenham bate City e pode fazer história na UCL

 

    Após derrota por 4×3 para os Citizens de Guardiola, a equipe londrina avançou para as semis da competição europeia após 57 anos. A classificação ocorreu graças ao placar de 1×0 feito em casa.

    Aos quatro minutos, o inglês Sterling abriu o placar para o City, ao receber passe do belga De Bruyne. Todavia, o sul-coreano Son marcou por duas vezes e virou o placar para o Tottenham.

    O clube da Manchester logo em seguida empatou o jogo em 2×2 pelos pés do português Bernardo Silva, aos onze minutos de partida apenas – um novo recorde na história da competição, que nunca antes havia registrado tamanho número de gols em tão pouco espaço de tempo. Ainda pela primeira parte do jogo, Sterling conferiu mais um e deixou o lado azul de Manchester com a vantagem, City 3×2.

    No retorno do intervalo, o City anotou mais um por intermédio do atacante argentino Agüero e ampliou a vantagem para o Manchester City. Mas os presentes no estádio, naquele dia, ainda receberiam fartas doses de emoção…

    Aos 27’, o atacante espanhol Llorente conseguiu anotar o terceiro gol para o clube londrino e o placar voltava a apontar o Tottenham como candidato às semis da Uefa Champions League. Mas aos 48’ do segundo tempo, Sterling completaria seu hat-trick para o Manchester City, 5×3 para os comandados de Guardiola. Mas o VAR entrou em ação e a arbitragem anulou o gol, uma vez que o inglês estava em posição de impedimento.

    Deste modo, o Tottenham festejou na casa do rival a classificação para a próxima fase da competição europeia e disputará novamente as semis da UEFA em sua história. O clube enfrentará o holandês Ajax (que eliminou a italiana Juventus do craque português Cristiano Ronaldo) em data ainda a ser definida.

    Cabe salientar que dentre os quatro semifinalistas da Uefa Champions League, o clube londrino foi quem mais cedeu atletas para as Seleções que estiveram entre as quatro melhores na última Copa do Mundo realizada na Rússia: Harry Kane (atacante), Dele Alli (meia), Dier (volante), Trippier (lateral direito), Rose (lateral esquerdo) para a Inglaterra;  Alderweireld e Vertonghen (zagueiros), Dembele (meia, negociado em janeiro com o chinês Guangzhou R&F) para a Bélgica e Lloris (goleiro) para a França. O clube cedeu esses nove jogadores, enquanto Liverpool e Barcelona tinham quatro atletas atuando pelas Seleções.

    A última e única vez que haviam chegado nessa fase da competição foi em 1962, quando sucumbiu frente ao clube português Benfica, do lendário Eusébio. Os comandados de Pocchetino não postulavam entre os favoritos ao título, mas podem fazer história ao chegar a final e provar que, quem acompanhou a Copa do Mundo com atenção, não há de estar surpreso com a boa campanha do clube londrino no competição europeia.

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Graduado em Administração na UFRRJ, Apaixonado por Futebol, Flamenguista por Opção, Geek por Natureza, Carioca de Nascimento, Amante de Livros, Cinéfilo, Curte Contar/Apreciar Boas Histórias e Experiências de Vida, Autor do livro "Veredas da Vida: Poéticos Conselhos" (Chiado Books), Sempre em Busca de Novos Objetivos.

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