RED: Aposentados e Perigosos – Resenha

A Warner dificilmente acerta nas adaptações cinematográficas das histórias em quadrinhos produzidas pela DC. De homens mascarados a deuses voadores as superproduções muitas vezes decepcionam os fãs com erros no roteiro, computação gráfica mal desenvolvida e outros erros de produção.

Um dos filmes que não se encaixa nesse perfil é RED. Frank Moses é um agente secreto da CIA, aposentado, que depois de ter sofrido um atentado sua monótona vida se transforma. Ele é a sua paixão acabam abandonando a vida que tem para sobreviver.

Apesar de aposentado dá muita dor de cabeça para o encarregado de executá-lo. Junto com seus amigos ele remexe problemas esquecidos da Guerra Fria e trás de volta uma equipe de veteranos da CIA todos aposentados.

O humor ácido e diversas críticas veladas transformam a produção em uma mistura de espionagem e comédia romântica, tendendo para os medos de um homem que apesar de ter derrubado governos no passado, não sabe como se relacionar com uma mulher.

O desenvolvimento de um protagonista na posição de anti-herói conseguiu aproximar o público de Frank e criar uma relação de empatia. O filme não inovou muito no quesito roteiro, mas é uma história divertida para passar o tempo.

O longa conta com nomes de peso: Bruce Willis, Morgan Freeman, Karl Urban, Helen Mirren, Ernest Borgnine e outros. Também dividiu críticas, por fugir do politicamente correto ao mostrar assassinos frios como os mocinhos.



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