Psicose, de Alfred Hitchcock – Resenha

A cena mais icônica do cinema é derivada de uma sombria história sobre uma ladra e um dono de hotel assassino. Com alguma inspiração nos casos do real assassino Ed Gein, o filme foi bem e mal recebido pela crítica.

Considerado uma queda de qualidade em relação à produção anterior de Hitchcock, North by Northwest (1959), o filme em preto e branco recebeu uma verba baixa. Mas graças ao sucesso nas bilheterias foi reconsiderado pela crítica.

Mais uma vez a dinâmica econômica e artística em equilíbrio é manifestada. Nos dias atuais isso pode ser traduzido em visualizações, curtidas e comentários, que transforma a dinâmica entre a arte e o dinheiro mais complexa.

A memorável produção estabeleceu novos padrões de violência tanto quanto de sensualidade em uma produção americana. O filme recebeu três prêmios: quatro categorias nos Oscar; Globo de Ouro e Prêmio Edgar, todos em 1961.

Há também quatro sequência: Psycho II; Psycho III; Psycho IV: The Beginning; Psycho (1998).



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