Os desafios da busca pelo primeiro emprego

Hoje não foi um dia muito agradável.
E não tem sido bons dias para praticamente nenhum trabalhador brasileiro que não pode simplesmente decidir ficar em casa, como tanto tem sido pedido.
Para os jovens recém saídos das universidades, tudo se torna um pouco mais desafiador.
Em um país que cobra que aos 17 anos tenhamos feito a escolha que vai definir todo o nosso plano de carreira, e que aos 23 tenhamos um bom emprego e o carro próprio, não ter expectativa de absolutamente nada torna-se um tanto quanto desesperador.
Então, deixa de ser uma questão política e social para se tornar também uma questão de saúde. A dor de ter que abandonar os maiores sonhos e a prioridade passar a ser apenas se manter vivo é intensa. Como sair dessa cadeia?
Chega um momento em que descobre-se que talvez o melhor currículo, os melhores cursos, as indicações e todos os protocolos seguidos podem simplesmente não serem páreo para uma pandemia e estamos somente no lugar errado e hora errada.
E o que nos dizem?
Fiquem firmes. Sejam fortes. Continuem sonhando.
Como continuar sonhando em um país que mata meus sonhos?


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Jovem arquiteta e urbanista baiana, 23 anos. Interessada por urbanismo e paisagismo e causas relacionadas à tecnologia e meio ambiente.

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