O funk é música?

A música, como a primeira arte, tem uma história muito incrível. Ela vem nascer de forma estranha, não se sabe ao certo o período, mas a música nasce com sons diferentes mas que se parecem muito. Complexo, porém, esse é o nascimento da música. Partindo desse ponto, historicamente a música para chegar a ser uma arte passou por muitas coisas, como exemplo na África, a música nasce com culto, adoração e louvores aos deuses africanos. Na Pré-história, os sons formavam estruturas para à caça, os egípcios usavam a música para dança ao agrado popular, enfim, a música tem diferentes estruturas e finalidades, porém, ela é completa em sua essência.
Partindo desse ponto, nasceram artistas como Mozart, Melchior, Beethoven, Chopin, Vivaldi, enfim., muitos artistas clássicas que transformaram a arte da música de fato em arte. E então, temos os gêneros e dentro deles temos os heróis como por exemplo Elvis Presley, gênio do rock, Jimmy Hendricks, gênio do blues, B. B. King, Robert Johnson, Kurt Cobain, enfim, muitos cantores que fizeram história, construíram novos estilos músicas e deram uma nova “ordem melódica” há alguns sons inexistente. E então, depois desse percurso simplificado chegamos no Funk, afinal, o Funk é música? Deverás que sim, mas é arte? Deverás que não.
Pois bem, iremos começar a partir do começo, o funk não tem identidade, pois é roubado de uma mistura americana dos anos 70 a 80, que seria o Funk Americano, aquele de James Brown e etc. Partindo daí, o funk não tem raiz, pois não tem criação, já é suficientemente pobre, pois não venho de um intelectual ou gênio da música. Mas e a batida? É original? Também não! A batida é um plágio de um gênero musical chamado de Miami Bass, dos anos 80. Ou seja, o funk não tem origem e isso já seria suficiente para classifica-lo como um acidente. Mas não para por aí, o funk também não tem estrutura harmônica, pois em sua maioria, as músicas não batem nem 2 acordes e algumas nem tem acordes, pois só ficam na batida que o DJ coloca, onde já se viu, uma música sem harmonia? Impossível, correto? Mas eis o funk. E não só isso, o funk também não tem melodia, já que em sua maioria, os cantores cantam em sua língua falada, não precisam nem ter a voz bonita, já que não tem harmonia, não precisa de melodia, não precisa da junção entre voz e instrumento, já que só tem batestacas e essas batidas Esta o mudando ao longo dos anos transformando ainda mais em algo mais horrível. Ou seja, o funk é um, nem digo gênero, mas um estilo de música vã, que não tem raízes em nada e não se sustenta na arte musical. Portanto, o funk, a partir disso, apela para a putaria, palavrões e rebaixa as mulheres com falas obscenas, isso nada mais é que um apelo da indústria fonoaudióloga à procurar pessoas que escutem esse estilo. Por isso que o funk não é música, é Simplismente um estilo plágio, que não precisa de talento para ser cantado tampouco de melodia.
Contudo, o funk também é uma afronta à moral. Por que? Segundo Durkheim, a moral é composta de 3 pilares: Liberdade, Ação Desinteressada e Universidade das ações, aqui, agora, ficaremos somente na liberdade. O funk propõem, em sua maioria, a degradação vil do ser humano, expondo suas raízes de libertinagem, o levando a ter uma olhar mais sexual a tudo, propagando a ideia de que homem tem que ficar com várias mulheres, tem que ir para a putaria, alguns até propagam a violência, como estrupo e incentivam ao uso de drogas ilícitas, logo, feri um princípio da moral, consequentemente a matando por completo. E isso é uma afronta não só a natureza do ser humano, como dizia Rousseau, mas também é uma afronta à valores de algumas religiões. E isso é triste!
Portanto, concluímos que o funk é ruim, não é música e tem transformado a cultura brasileira em um lixo, que possivelmente pode acabar com a pureza das nossas crianças.


Ativista Politico e Estudante De História

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