O COMPROMETIMENTO DO FILÓSOFO NILO DEYSON COM A FILOSOFIA

” O que não puder ser efetivado ao título de verdadeiro, fica para gerações futuras mais inteligentes que desejem inventar ilusões pelas bordas do tempo.”

Nilo Deyson Monteiro Pessanha, Filósofo fundador da filosofia da imparcialidade participativa.

SACERDÓCIO ACADÊMICO DE UM FILÓSOFO

Estou diretamente relacionado com a Filosofia, neste sentido, ocupo todos os territórios, flutuo entre céus e infernos; um anjo não sádico, super homem talvez, além do bem e do mal, sou muitos em mim e todos se assentam à mesa comigo. Encontrei Deus na Filosofia quando entrei para dentro de mim mesmo ao ser empurrado pela minha consciência livre de paixões ou convicções vindas das informações impostas pela tradição. Pago alto preço pela minha liberdade, sei que muitos se sentem desconfortáveis em conversar comigo por conta do meu modo de levar a vida, lendo livros e escrevendo. O preço que pago para estar livre por meio do conhecimento, é a solidão. Porém, isso não é uma lei universal, pois não existe essa coisa de pensar que a Filosofia nos afasta do convívio social. Isso foi debatido por diversas vezes pelos intelectuais em muitos lugares espalhados pelo mundo. Não é um assunto novo, nem há uma resposta pronta que sirva de modelo.

É bem verdade que o estudante de Filosofia, em maioria, não todos, se tornam muito seletivos em relação ao convívio social, ao que assiste, bem como em relação à política e à religião. Pode acontecer também, um tipo de rejeição para com algumas conversas vazias de de conteúdo construtivo, por serem pessoas rasas e artificiais, um estudante de Filosofia ou um Filósofo, de fato não fica muito tempo em conversas medíocres.

Particularmente, sou solitário em meu universo, sinto e vejo coisas que quase ninguém vê ou sente. Talvez seja pelo fato de ler muitos livros de Filosofia e de outros segmentos intelectuais, sinto e vejo pontos cegos. Trato de coisas infalaveis, ando por onde ninguém quer andar. Não quero mais ser massa de manobra da religião, quiçá da política. Quem me conhece, sabe bem da minha fortíssima relação durante anos, com a política e com a religião, foram muitas experiências. Quem não conhece a minha história com ambas estruturas, podem pesquisar no Google: Filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha.

Minha vida é eclética, de muita agitação e compromissos. Não tenho tempo para o vazio existencial. Amo muito o campo, a zona rural, inclusive, sonho um dia poder morar bem distante com meu amor em um lugar do tipo, casa de varanda ao pé de uma montanha, entre colinas, árvores e muito verde, natureza, ar puro, silêncio. Porém, também quero estar no Complexo do Alemão, favela do Rio de Janeiro onde fui criado; pior, também quero estar em Campos dos Goytacazes RJ, onde nasci. Pensei também em morar no Nordeste, por ter viajado diversas vezes para o Nordeste, ou morar em Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Roraima, Acre, enfim, lugares perto das colinas, com plantas, animais e frutas. Também queria viver novamente no Rio de Janeiro, para andar no calçadão da Vieira Souto em Ipanema, ou praia do Leblon, na Av. Delfim Moreira, poder ir ao mirante Leblon ou até ao Arpoador. Queria estar em João Pessoa na Paraíba, na praia de Tambaba ou Tambaú, queria também estar  Vezeza na Itália, em Palermo, Roma, Bolonha, Pisa, Turim, cidades da Itália. Gosto de pagode, funk, Mpb, Sertanejo, músicas de estilos secundárias e religiosas evangélicas. Sou eclético, sou muitos em mim e todos se assentam à mesa comigo.

A Filosofia me fez bagunçar todo meu guarda roupas, um total desapego da própria existência. Quero melhorar meu padrão de vida compreendendo a diversidade, me afastar da razoabilidade, mediocridade da religião, política e sistemas sociais autoritários.

A natureza das coisas só ganham autorização de serem definidas como verdade absoluta, quando somos parte da massa de manobra. No entanto, a Filosofia é o oposto de tudo que existe. É libertar -se para ter a responsabilidade de si próprio sem intervenção do estado. Quem puder, leiam o contrato social, leiam sobre Locker, Karl Marx, Nietzsche, Foucault, Sartre, Maquiavel e Kant, para compreensão ampla da liberdade. Leiam sobre comunismo, socialismo, história do que é direita ou esquerda, suas características. São temas que você deveria dominar. Eu tomei uma decisão após descobrir a tragédia que é a vida neste teatro de mundo complexo e difícil. Resolvi abandonar minhas paixões, um rompimento definitivo com coisas rasas. Creio no Senhor Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Porém, não acredito na religião no sentido de como eles se apresentam preocupados com ” as almas” – Farsa. Não se preocupam nada, são atores inconscientes. Por não terem estudos ou pouca instrução intelectual, se apegam em seus cargos em suas religiões, prestam serviços voluntários, claro, é inegável que ajudam muitas pessoas de diversos tipos de classes sociais. Leiam sobre sociedade privada e sobre a história da religião. Acho que eles, os religiosos, ajudam muito, pelos valores que aprendem, porém, escondem o preconceito para com a crença do outro, sem falar que a preocupação da religião, é atrair fiéis e não a de se preocupar de verdade com a vida da pessoa. É só um pedacinho de um tema complexo, onde é preciso investigar toda história da religião e os motivos reais de eu estar fazendo o que faço, para servir uma específica religião. Deus não estaria em meio a natureza na zona rural? Se você não frequenta uma igreja, você é profano ou mundano, linguagem coloquial específica das religiões.

O meu compromisso, meu comprometimento com a Filosofia é de prazer, de promover o conhecimento, propagar, defender a história da Filosofia no sentido de levar os que me cercam, ao modo de refletir sobre a vida e a existência das coisas. Tudo teve um início, porém, no tempo, o próprio tempo se renova com a modernização do próprio mundo. Então, por qual motivo real, eu devo crer em alguma estrutura tão antiga como que estivesse pronta, perfeita e intacta para sempre? Quem ganha com isso? De quem é o interesse de eu crer e seguir a massa? Para quem eu faço o que faço? Estou servindo à qual interesse? De verdade, de 100% de tudo que existe, eu creio talvez, aproximadamente em 2% podendo ser mais ou menos essa porcentagem; logo não tenho espaço para ter certezas absolutas. Só podem ter certezas absolutas das coisas, pessoas que leram muito poucos livros na vida. Tenho consciência da minha ignorância. A Filosofia transforma tudo, me tornou um novo homem. Se você pensa que seus conhecimentos abarcam a totalidade das coisas, vá com calma. Você não descobriu algo revolucionário! Se aparece algo novo no seu mundo, isso não é novo para todo mundo. Humildade de espírito, somos eternos aprendizes e não pioneiros daquilo que foi revelado antes de você existir. Cautela para não se tornar um adulto infantilizado.

Eu quero que as pessoas vivam sem guerrear por ideologias que patrocinam o sistema. Sem paixões extremistas, sem intenções maldosas que prejudicam os que pensam diferente. Sei que o ritmo intelectual de cada um é diferente, pois somos seres poéticos no sentido daquilo que transmitimos como modo de vida, inclinações. Nunca isso vai acontecer, à menos que individualmente, se busque o conhecimento literário. No entanto, poucos possuem essa disposição, a maioria prefere se manter na servidão voluntária, não reagem, estão entregues à mediocridade da própria existência.

Eu precisei de uma coisa muito forte, logo encontrei a Filosofia. Neste sentido, minhas angústias foram domadas, pois elas aumentaram ao passo que eu descobria a nudez dos sistemas lendo livros, muitos livros de Filosofia. Porém, a Filosofia me ensinou mais do que a religião, no sentido de equilíbrio emocional e discernimento da dualidade entre razão e emoção. Percebi o vazio que eu estava e onde me encontro agora, isto é, o ser diante do nada, algo tão discutido por Sartre, até por Haiddegger, então a coisa ficou séria.

Resolvi escrever e ler, ao passo que desenvolvi o título Filosofia da imparcialidade participativa, do qual sou fundador. Minha relação com a Filosofia é de amor e eterno casamento. Eu sou a Filosofia todos os dias em todos os lugares, eu faço filosofar em meus diálogos, no trabalho ou nas relações.

Enfim, para compreensão da minha Filosofia, você pode pesquisar no Google Artigos de Nilo Deyson Monteiro Pessanha. O mundo é uma bagunça, um teatro, pergunto:  Quem nos garante ser verdade das coisas? Tudo pode ou não, talvez, quem sabe, não passar de estórias e falácias. Será que somos adultos infantilizados? Para que crer nisso? Por qual motivo brigar por política? Você poderia a partir daqui, mudar seu comportamento em relação à diversidade no exercício da compreensão e respeito?

 

” viva o que você ler se te fez sentido, se te tocou algum cume, porém; esteja pronto para se precisar, abandonar toda verdade absoluta exagerada em você. ” – Filósofo Nilo Deyson

 

 

FILÓSOFO

NILO DEYSON MONTEIRO PESSANHA .’.

 



FILÓSOFO, ESCRITOR, POETA, COLUNISTA & PALESTRANTE. Fundador da Filosofia da imparcialidade participativa. Autor do livro de Filosofia Todos os Corações do mundo, e do Livro O Teatro da vida e a interpretação das coisas, quem nos garante ser verdade das coisas. Membro de diversas instituições culturais como por exemplo, é imortal acadêmico da Academia de Letras do Brasil seccional Campos dos Goytacazes, é imortal Acadêmico da Academia Pedralva Letras e Artes, ocupante da cadeira n°17 , Fundador do NAISLA, Núcleo Acadêmico Italiano di Scienze, Littere e Arti. Membro de diversas instituições. Nilo Deyson Monteiro participou de diversas antologias, periódicos e muitos de seus trabalhos acadêmicos estão no Google ao pesquisar Filósofo Nilo Deyson.

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