INDIGNAÇÃO QUANTO AO ABORTO

É tempo de parar e de refletir, lembrando as palavras de Jesus:
‘Em verdade vos digo: os que fizerdes a um destes meus irmãos mais pequeninos a mim mesmo o fizeram. ’ (MT. 25, 40)

Segundo o filósofo Jean Paul Sartre, “Somos integralmente responsáveis por nosso passado presente e futuro”. Tendo em mente essa provocação como ponto de partida para darmos início a uma discussão com relação à questão do aborto no Brasil, é preciso entender porque a legalização do aborto não é a solução do problema, e sim uma causa para um problema maior futuramente.

Coloco aqui a minha repugnação e também a minha discordância quanto a esse tipo de aprovação. Quando li em artigos, rede sociais e revistas abordando sobre a legalização do aborto, fiquei perplexo e comecei a pensar. Como alguém pode aprovar uma lei desse tipo? Qual será a vantagem de ceifar uma vida? E surge uma pergunta: por que a morte e não a vida?

Dentro da Sagrada Escritura não foi tratada especificamente sobre essa questão do aborto. Mas, no entanto houve inúmeros ensinamentos dentro da Sagrada Escritura que deixa claríssimo sobre a visão de Deus em relação ao aborto. Os livros do Profeta Jeremias 1:5 nos dizem que Deus nos conhece antes de sermos formados no útero de nossa progenitora. Em Êxodo 21:22-25 dá a mesma para aquela mulher que vier cometer um homicídio e que esse homicídio venha causar a morte do bebê.

Inúmeras vertentes irão surgir e um dos primeiro argumento que sempre surge contra a opinião cristã sobre o aborto é: “E no caso de estupro e/ou incesto?”. Em minha concepção tanto como filósofo quanto cristão autêntico isso se torna incerto. Por mais horrível e dolorosa a forma que essa criança foi concebida ao mundo, seja através de um ato criminoso que é o estupro, isso torna o assassinato de um bebê a resposta? Dois erros não fazem um acerto.

Nos dias de hoje há diversos meios para recorremos se por obséquio a família não vier a ter condição econômica para poder criar esse filho (a). A criança resultante de estupro/incesto pode ser encaminhada pela família para uma casa de adoção e pode, assim viver em um ambiente harmônico e consequentemente ser adotada por uma família que venha amá-la, pois alguns casais não podem ter filhos por conta própria – ou a criança pode ser criada pela mãe. Mais uma vez ressalvo, o bebê não deve ser punido pelos atos malignos do seu pai.

Em outra linha de pensamento humanístico surge o segundo argumento que acaba tornando-se contra a opinião cristã sobre o aborto: “E quando a vida da mãe está em risco?”. Honestamente, esta é a pergunta bem mais complexa e difícil de ser respondida quanto ao aborto. Devemos de antemão, resgatar em nossas memórias e lembrar que esta situação é a razão por trás de menos de um décimo dos abortos realizados hoje em dia.

A grande maioria das mulheres nos dias de hoje, vêm realizando o aborto porque elas não querem ter este filho que está sendo gerado em seu útero. Seria para elas uma forma de “arruinar o seu corpo”, algumas preferem praticar o aborto satisfazendo assim o seu próprio ego, e tirando a vida de um embrião ao qual foi enviado para a terra, outras praticam um aborto para salvar as suas próprias vidas.

Devemos lembrar que Deus é onipotente, ele e o médico dos médicos. Ele cuida? Ele ama? Sim, Ele somente ele, na sua infinita misericórdia, pode preservar as vidas de uma mãe e da sua criança, apesar de uma mãe ter escutado todos os indícios médicos contra isso. Porém, no fim das contas, está questão só pode ser resolvida entre o marido, a mulher e Deus. Qualquer casal encarando esta situação extremamente difícil deve orar ao Senhor pedindo sabedoria (Tiago 1:5) para saber o que Ele quer que eles façam.

Para aquelas que fizeram um aborto – o pecado do aborto não é menos perdoável do que qualquer outro pecado. Através da fé em Cristo, todos e quaisquer pecados podem ser perdoados.

Devemos ter a Perspicácia, muitas embuste subterfúgios, para conseguir privilégios, precisamos desenvolver em nós enquanto seres humanos, enquanto cristãos, o ato da benevolência. Proporcionado assim, um ambiente mais afável tanto a nós quanto a nossos filhos



Me chamo Hugo Belafronte de Andrade nascido no dia 21/10/1993, tenho 27 anos residente no Munícipio de Mariluz localizado no estado do Paraná, professor da rede estadual de ensino, graduado em Pedagogia pela universidade Anhanguera (2020) e graduação em Filosofia pela universidade Paranaense (2018). Pós graduado em, METODOLOGIA DO ENSINO DE FILOSOFIA E SOCIOLOGIA, TUTORIA EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR, METODOLOGIA DE ENSINO NEUROPSICOPEDAGOGIA, EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA Atualmente é professor - Colégio Estadual José Alfredo de Almeida. Tem experiência na área de Filosofia, e pedagogia.

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