FILOSOFIA E RELIGIÃO

HISTÓRIA DE VIDA DE SANTO AGOSTINHO

Santo Agostinho nasceu em Tagaste no Norte da África, foi proclamado pela Igreja Católica como Doutor Angelicano e Doutor por Excelência. É considerado um dos maiores filósofos da escolástica e reverenciado pelos meios católicos.
Agostinho ensinou que o destino eterno da alma é determinado na morte e que o fogo do purgatório sobre os que estão no estado intermediário purifica apenas os que morreram em comunhão com a Igreja, uma tese que deu origem a diversas outras teologias posteriormente
Filho de um Patrício Pagão e de Mônica uma católica, Santo Agostinho tinha um temperamento rebelde e uma juventude repleta de pecados, então sua mãe Monica o/a conduziu em direção à fé verdadeira, querendo assim tirar seu filho da vida pecaminosa. Agostinho ensino Gramática em Tagaste nos anos de 373 e 374. Somente no ano de 383 mudou-se para Roma onde então começou a lecionar. Não sendo bem sucedido nessa área mudando-se assim para Milão onde conheceu Ambrósio.
No qual foi de fundamental importância para a sua conversão, no ano de 396, foi eleito Bispo de Hipona. Santo Agostinho foi um dos grandes marcos não só para teologia como também para a filosofia. Pois planto em tempo de fé a semente da razão, procurando assim incansavelmente harmonizar fé/ razão. Defendendo que o ser humano não dependia da vontade cósmica (divina), mas também do seu próprio esforço para poder haver progresso.
O tomismo também teve como objetivo claro que não contrariar a fé, empenhando-se em organizar um conjunto de argumentos para demonstrar e defender as ideias as revelações do cristianismo.
Tomas de Aquino reviveu grandes parte dos pensamentos aristotélicos na busca de argumentos que pudesse explicar os principais aspectos da fé cristã. Assim, fez da filosofia de Aristóteles um instrumento a serviço da solução com os problemas teológicos que enfrentavam ao mesmo tempo em que transformou essa filosofia em uma síntese original.
Adequando assim as ideias Neoplatônicas e as doutrinas Cristãs. Santo Agostinho de Hipona veio a óbito em 28 de agosto de 430.

A FILOSOFIA E A RELIGIÃO

A Filosofia se refere à necessidade de o homem compreender-se a si mesmo, sua existência no mundo e a causa de sua existência no mundo. Em outras palavras: Filosofia é o perscrutar a compreensão de si, a existência do mundo e, por fim, a causa da existência no mundo. É justamente aqui se estabelece o discurso religioso e a tarefa assinalada à Filosofia da Religião: O discernimento racional da atitude religiosa do ser humano, ou seja, o modo como compreendemos as questões voltadas ao sagrado e ao religioso.
Percebe-se que, ao falarmos de religião, ou melhor, ao estabelecermos um discurso filosófico sobre o fenômeno religioso, fazemo-lo a partir de um profundo realismo: revela-se a religião coisa bem terrena, pois nasce, precisamente, das necessidades, buscas, esperanças, angústias, anseios e ilusões mais enraizadas na condição humana. A religião é uma resposta humana e um problema humano. E fique claro: o pensamento filosófico percebe na religião uma produção cultural e, por mais elevado que se apresente um sistema religioso, sempre consiste em uma elaboração humana: é a visão que determinado grupo de humanos possui acerca dos problemas fundamentais que lhes apresenta a existência.
Essa “elaboração humana”, nomeada “religião”, é uma compreensão da realidade, uma resposta à própria vida, uma “porta de entrada” de análise da existência como outra qualquer, como aquela que a ciência nos fornece, como aquela que o senso comum nos possibilita ou como o pensamento filosófico nos arvora. No fundo, o crente e o ateu vivem sob a mesma realidade e se confrontam com os mesmos problemas radicais e com as mesmas interrogantes que fazemos cotidianamente.
Devemos enquanto “Cristão e Pensadores” compreende as distinções e as relações entre os dois campos de saber: Filosofia e Religião, analisando o dado religioso a partir da perspectiva humana, ou seja, a religião, no âmbito filosófico, é uma resposta humana a um problema humano.
Dos longínquos tempos anteriores a Sócrates até os fluidos dias de nossa cultura pós-moderna, a religião nunca saiu da pauta da filosofia.
A religião tem proporcionado ao longo de sua história as experiências mais profundas e paradoxais que um ser humano pode experimentar. Qualquer pergunta sobre a cultura, a política, as artes, a economia, as ideologias pode muito bem ser argumentada tomando por base a presença e a influência da religião, seja em sua expressão individual, seja em sua representação institucional. Portanto, falar sobre a existência humana constitui um desafio de falar também sobre as expressões religiosas presentes em toda a sua radicalidade.
A Filosofia Religiosa se centra no objeto como realidade transcendente admitida, isto é, o seu foco está “em Deus”. Por sua vez, a Filosofia da Religião analisa a atitude do homem para com esse Ser. A Filosofia e Religiosa, de certa maneira, são uma apologética para as categorias religiosas de compreensão de mundo; a Filosofia da Religião, por outro lado, busca a coerência antropológica da vivência religiosa.

“A ESPERANÇA TEM DUAS FILHAS LINDAS, A INDIGNAÇÃO E A CORAGEM; A INDIGNAÇÃO NOS ENSINA A NÃO ACEITAR AS COISAS COMO ESTÃO; A CORAGEM, A MUDÁ-LAS”.
Santo Agostinho



Me chamo Hugo Belafronte de Andrade nascido no dia 21/10/1993, tenho 27 anos residente no Munícipio de Mariluz localizado no estado do Paraná, professor da rede estadual de ensino, graduado em Pedagogia pela universidade Anhanguera (2020) e graduação em Filosofia pela universidade Paranaense (2018). Pós graduado em, METODOLOGIA DO ENSINO DE FILOSOFIA E SOCIOLOGIA, TUTORIA EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR, METODOLOGIA DE ENSINO NEUROPSICOPEDAGOGIA, EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA Atualmente é professor - Colégio Estadual José Alfredo de Almeida. Tem experiência na área de Filosofia, e pedagogia.

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