Em clássico dos milhões, Vasco bate equipe do Flamengo e quebra jejum.

Nos últimos 5 anos do clássico carioca houve uma completa hegemonia do Flamengo sobre o Vasco. Logo após 17 partidas de invencibilidade, a equipe cruzmaltina se impôs sobre o seu maior rival e sacramentou a vitória com um indiscutível 3×1.

Não é todo dia que a equipe rubro-negra, apesar de sua fragilidade defensiva, leva 3 gols. Principalmente jogando com o seu time quase completo. Arrascaeta e Rodrigo Caio podem ter feito falta, mas esteve no banco de reservas o fator determinante para a péssima apresentação do Flamengo: Rogério Ceni.

É inegável que o Vasco teve seus méritos e construiu uma vitória sem contestação. Porém, não se pode ignorar à atuação abaixo da crítica da equipe do Flamengo. Enquanto o Vasco jogou de forma organizada e bem compactada, o seu rival, na contramão, estava totalmente fora de sintonia.

As excessivas mudanças provocadas na posição dos jogadores por Ceni, mostrou-se uma completa infelicidade de sua parte. Apesar de posteriormente o gol sofrido, o técnico haver “realocado” o trio Gabi, Bruno Henrique e Everton Ribeiro em suas posições de origem, o meio de campo com Gerson e João Gomes, ambos sem função definida, persistiu como o maior entrave da equipe.

Por analogia, Ceni pode ser considerado aquela criança que possui todos os brinquedos que qualquer outra poderia querer. Com tanto à disposição, Ceni pode divertir-se da melhor forma possível. Porém, alguns brinquedos vem com uma lista de instruções para uso. O técnico do Flamengo é justamente a criança que, recheada desses brinquedos, não lê as instruções e simplesmente brinca do seu modo. Às vezes ele brinca direito e às vezes não.

Nessa montanha russa de emoções, Ceni vai se sustentando no cargo, pelo menos por enquanto. Ao Vasco, resta um  futuro promissor para o acesso à primeira divisão.



Nascido em Mossoró/RN. Flamenguista. Cheio de vontade de aprender. Grato a Deus.

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