Coronavírus – COVID-19 – Visão da Pandemia Através dos Continentes

Meus olhos veem através do continente, em todas as direções, vejo o mesmo sentimento a mesma apreensão, olho nos olhos lá longe, nos olhos do meu irmão…

E, de primeira, um problema se tornou absoluto.
Era suposto não pensar, mas pensar acabou sendo tudo.
Era triste e irônico, o facto de abrirmos mão do “eu” para sentirmos a dor do mundo.

Aqui tem:
Como uma pessoa normal, eu estava a ver tudo. Estava a ver tudo na condição de um pontinho do planeta, a sul da Europa, na travessia da linha do equador e do meridiano de Grenwitch, no continente africano, propriamente em Luanda, capital de Angola. Falava-se do outrora desconhecido coronavírus, e o dado mais vivo que as pessoas partilhavam era uma imagem que apresentava uma quantidade arrepiante de pessoas mortas ao ar livre e tudo indicava que era na Ásia, propriamente na China. Parecia ficção. Na verdade, maior parte achou que fosse uma brincadeira de mau gosto que um usuário influente da internet criou para abalar um pouco o sossego do mundo. Isso acontece muito, e as várias “previsões” do fim-do-mundo são uma prova disso, por exemplo.
A descrença transformou-se em crença quando o vírus escapou de uma cidade, de um país, e de um continente. O número de casos confirmados só crescia e, por conta dos estudos laboratoriais, fomos tendo mais informações sobre o vírus, o que a princípio era bom, mas foi coincidência que, por questões de efeitos psíquicos, passávamos a sentir os sintomas da doença tão logo tomávamos conhecimento de quais eram. Foi devastador ver tudo aquilo, ver a doença entrar em nossos países, em nossas ruas, em nossas casas, em nossos parentes. E houve algo bonito também, o que seria mau da minha parte se não mencionasse: por semanas e meses, a humanidade ficou unida. A TV apresentava publicidades e canções bonitas de apelo à prevenção contra a COVID-19 e, apesar de Angola não ser um país com a ciência em predominância, os que entendiam do assunto tomaram boas atitudes, partilhando o necessário conhecimento sobre a doença, sobre a prevenção e sobre a cura. Deu até um orgulho bom! Convencional e finalmente, os laboratórios já possuíam mais recursos de combate e as vacinas são uns desses recursos, além das máscaras e dos desinfectantes. No caso de Angola, sabe-se pouco sobre a vacinação em zonas rurais e remotas, mas, em territórios urbanos e suburbanos, as vacinas estão maioritariamente disponíveis até agora, sendo que a população é até pressionada para tomar a vacina. Inicialmente, as doses eram exclusivamente para idades iguais ou superiores aos 18 anos, havendo um mês de diferença entre a primeira e a segunda, fossem elas Pfizer, Sputnik ou ainda AstraZeneca, mas, para o começo de 2022, já vigoram vacinas disponíveis para menores de idade também.

Esse texto é partilhado de Angola, o relato do Escritor visto do outro lado do Continente sobre o Coronavírus e tal como meu, o horror as primeiras imagens da Europa, corpos sendo colocados na rua, durante o primeiro ano de pandemia, a busca incansável pela vacina e o isolamento mundial visto pelos noticiários durante a segunda onda, as chegada das vacinas e a dificuldade encontrada em conscientizar as pessoas de sua importância, o reflexo das notícias que vigoraram contra sua real eficácia, o surgimento de novas cepas, a desigualdade e a dificuldade de imunização em algumas localidades e anos de luta, uma guerra instituída que estraçalhou grandes economias e que impactou nações, um novo caminho que se traça pela imunização de crianças em alguns países enquanto outros já tem sua população infantil imunizada, o novo Lockdown na Europa, tudo muito incerto e um monitoramento sempre em alerta de um vírus que sofre mutações tão rapidamente quanto se espalha.
Separados por um oceano, por culturas, tanto eu quanto meu querido amigo escritor almejamos por nossos povos, nossa pátria, nossos entes e conhecidos que se foram e por igualdade de imunização para todos.
Pela conscientização das necessidades prevenção através das medidas de protetivas, máscara e álcool em gel, distanciamento social, pela solidariedade a tantos que hoje sofrem o impacto econômico.
E tanto em Angola como no Brasil mais amor ao próximo através das vacinas e do respeito mútuo!

Escrito por
Thatyanna de Souza Cesar
Ivaldir de Sagitário
Angola e Brasil
Visões da Pandemia através dos Continentes



Olá, sou Thatyanna de Souza Cesar Eu sou uma escritora de contos e poesias eróticas, tenho 43, anos, moro no Brasil na cidade de Osasco, SP. Comecei a escrever contos eróticos desde os meus 17 anos, de forma escondido de todos e somente aos 35 anos eu publiquei o meu primeiro conto num site de escritores e aos 39 anos nas redes sociais, porém escrevo desde os 10 anos de idade nos famosos diários de adolescente. Atualmente tenho mais de 40 registros autorais no Recanto das Letras com o pseudônimo Thaty Thaty Contos e Poesias, e uma Página no Facebook com o mesmo nome onde publico os meus contos, poesias, vídeos e posts com trechos sensuais, perpetuando assim a arte erótica através da imagem de forma simples e direta tornando os textos poéticos em uma leitura popular, lhe dando asas e rompendo fronteiras. Recentemente ganhei o meu primeiro prêmio de concurso de Poesia promovida pelo Grupo Letras Picotadas, onde me abriu portas para conhecer novos autores talentosos de outros países como de Angola, pessoas pelas quais me apaixonei pelo o amor que elas possuem na arte literária. Tenho um sonho com propósito de demostrar que o simples nos remete ao prazer, e querendo inovar criei a minha página onde além de textos e vídeos quero proporcionar às mulheres uma relação melhor com os seus parceiros. Vejo na Literatura erótica a expressão da liberdade sexual, onde ali podemos descrever imaginar e relatar fatos que dão prazer, que atiça o imaginário do leitor, que o leva a sentir todas as sensações e fantasias muitas vezes nunca realizadas. A Literatura erótica tem esse poder de transportar o leitor para dimensões tão prazerosas capazes de causar grandes transformações na sua vida real e sexual.

Diga-nos o que achou do post: