Céu cinzento

Há dias que o céu parece cinzento, tudo tão ao contrário nada se encaixa as portas estão fechadas e Deus o ser supremo está calado.
Meu ser grita minha alma chora e se afoga nas próprias lágrimas, pois o choro não cessa, e o desespero toma conta.
A dor é insuportável, parece que o véu não foi rasgado, e eu me encontro a beira de um abismo, na escuridão de mim mesmo.
Cego na dor, sem direção estou só.
Então me lembro de quando tudo começou e de como minha alma se alegrava na presença do criador, volto ao passado e me encontro de joelho a seus pés adorando, e vejo que toda culpa é minha, pois quem se afastou foi eu.
Estou longe e agora preciso voltar, pois pior que o sofrer é o viver sem o Senhor.
Ele é meu sustento, socorro bem presente na hora da angústia.
Meu acalento, meu salvador, Deus meu, leão, Estrela, vida dono de tudo nunca falha, e nunca falhou.
Eu o busquei na angústia e Ele se inclinou para mim, ouviu meu clamor me tirou de um charco de lodo lavou-me nas águas do seu espírito me deu um banho com sua misericórdia, com seu sangue fui lavado e redimido. Agora canto um novo cântico, um hino de adoração ao meu Deus.



Amante das prosas e rimas, escrever é fugir do caos e se encontrar em meio há várias possibilidades. Nem autora, nem poeta apenas apaixonada pelas palavras.

Diga-nos o que achou do post: