BIOGRAFIA DO ESPÍRITO NILO DEYSON Filósofo

Nilo Deyson Monteiro Pessanha, nascido em 23 de agosto de 1981 – Campos dos Goytacazes RJ. Criado no Complexo do Alemão. Filho de Rosane Monteiro do Espírito Santo e de Gerson de Souza Pessanha.

NILO DEYSON é Filósofo, Poeta, bem como escritor, colunista e palestrante. Aqui, iremos tratar do espírito do Filósofo Nilo Deyson, como um ser eclético e dinâmico, no sentido geral. A partir daqui, leremos a narrativa do próprio Nilo Deyson falando de seu espírito.

A vida é uma tragédia, porém, bem divertido se soubermos brincar com esse jogo de luzes e cores.

A priori, ninguém me entende na minha essência, pelo fato do meu espírito ser diferente dos convencionais, aos poucos, vou abraçando minha solidão diante das multidões em ciclos.

Ah, ciclos… vida minha, fã de mim que sou…

Me recordo de quando eu era criança no Complexo do Alemão, eu brincava no chão da cozinha, com tampinhas de garrafa de cerveja e refrigerantes, eu brincava de futebol com as tampinhas. Colocava 11 para cada lado da cozinha, colocava duas traves de jogo de botão e pintava nas tampinhas, com tinta, as cores do Flamengo, do Vasco, São Paulo, Grêmio entre outros, para brincar de campeonato brasileiro e eu narrava eu mesmo jogando ali com essas tampinhas.

Também, ainda criança, eu brincava na laje onde havia um cantinho de terra na laje, onde eu desenhava na areia com fósforo riscado. Ali, eu desenhava jogadores de futebol, chutando a bola no gol, e eu ainda fazia o barulho da torcida nas arquibancadas gritando.

Minha infância foi incrível, onde brinquei muito nas ruas de bola, queimado, pique pega, garrafão, elástico de pular, bem como de pipa e pião. Inclusive, nos anos de 1991, 1992, 1993 e 1994, participavamos da festa junina, dançando quadrilha, no grupo ” Coração da Alvorada ” onde disputavamos com outras quadrilhas de outros bairros. Na época, além de apresentar nossas danças ao som de Gonzaguinha, também fazia-se peças teatrais na apresentação. Saíamos do complexo do Alemão, eu e minha irmã Schirley Monteiro, ainda crianças, eu com 10 anos e de cabelo longo, estilo anos 80, saíamos para se apresentar no Méier, no morro do Adeus, no Juramento, no Falet entre outros locais no Rio de Janeiro. Fomos bi-campeões em 1992 e 1993 de dança de festa junina. Cresci também indo ao Maracanã desde 1992, sendo Flamenguistaextremamente fanático, de sorte que tenho guardado álbuns de campeonatos brasileiros. Me apaixonei pela torcida organizada Raça Rubro Negra, do Flamengo, do qual fui membro até 2003 quando me desliguei por estar na igreja. Me recordo de uns anos atrás, se não me trai a memória, em 2018 eu resolvi ir ao Maracanã com uma camisa da Jovem Fla. Na ocasião, o jogo era Flamengo x Grêmio, às 21:30. Como eu sabia que a Jovem Fla, sempre ficou atrás do Placar que fica atrás do gol na direção da rampa da estátua do Bellini. Foi um livramento de Deus, pois quando eu cheguei na arquibancada, quem estava ali tomando toda a área da Jovem era a Raça Rubro Negra, que sempre teve rivalidade com a Jovem Fla. Um rapaz tocou no meu ombro e me falou:  ” Tira essa porcaria de camisa agora, e some daqui para eu não te entregar aos amigos.”  No mesmo instante, eu tirei a camisa e o  rapaz tirou de minhas mãos e eu que já era obreiro da igreja, e não andava sem camisa, tive que sair correndo pelo corredor do Maracanã para o outro lado da arquibancada, onde se encontrava a Falange Rubro Negra e a Jovem Fla. Vocês não imaginam o tanto de situações que vivi no Maracanã sendo membro da organizada, desde a saída de casa ao pegar o ônibus 711 na Nova Brasília. Foram muitas brigas, emoções e loucuras pelo Flamengo.

Quem leu no Google, minha biografia, onde falo da vida adulta, devem se recordar de algumas informações, porém, aqui, estou citando minha vida de espírito de ser, não somente das experiências. Inclusive, se eu viver muito e chegar na vida idosa, farei um livro completo da minha biografia atualizada e um artigo para deixar registrado. Na data presente deste artigo, publicado no ano de 2022, eu estava com 40 anos no mês de junho.

Muitos me chamam de maluco, desde criança, talvez pelo meu espírito de ser. Eu sempre fui extremamente brincalhão, contador de piadas, zoeira, crianção sorridente. No entanto, quando cheguei à idade adulta, após ter curtido muito minha infância e juventude, aos poucos meu sorriso foi se fechando. Motivos diversos. ( Vamos entender o espírito e motivos do Nilo Deyson ). Pois bem, na minha juventude entre meus 14 aos meus 21 anos, eu curtia noitadas no pagode, no forró e no baile funk, tudo na mesma noite, onde começava sempre na sexta-feira, na noite seguinte do sábado e no domingo. Tudo aconteceu na minha vida foi no Complexo do Alemão, lugar que tanto amo de paixão. Como muitos sabem, abandonei os estudos aos 14 anos por ter repetido de ano algumas vezes, parei na quarta série na época. Acabei me envolvendo com amizades que me levarão ao submundo das drogas, onde tive meu primeiro contato com a maconha e com outras drogas, daí em diante, só fui me envolvendo em um mundo onde vivi muitas experiências, onde fiz parte da vida loka por um período considerável, até que em uma madrugada, no baile funk da Grotta, onde na ocasião daquela noite de Dezembro de 2000, enquanto o MC Sapão e Mister Catra cantavam no baile, por volta das 3 da madrugada, eu aos 20 anos, senti uma forte dor no peito e vi tudo girar em minha volta, onde fui carregado por meu primo Paulo Roberto (Paulinho), para casa, onde fui parar no dia seguinte no hospital. Na época, o médico disse que eu estava com suspeita de sopro no coração. Talvez pelo excesso de bebidas fortes e drogas ao longo de alguns anos e pela vida que eu levava.

Na época, fiquei por 3 meses de cama, tomando chá de camomila e calmante natural. Inclusive, foi nessa época que conheci a minha esposa Neide, que estava me namorando à um mês, inclusive, na época, eu era muito namorador e extremamente mulherengo ao ponto de ter por 2 oportunidades em minha juventude, 3 namoradas ao mesmo tempo, sendo uma totalmente diferente da outra, inclusive uma da denominação congregação cristã no Brasil. Quando lembro dessas coisas me vejo no espelho do tempo e parece até engraçado, mas houve uma ocasião em que uma das minhas namoradas na época, me viu com uma outra namorada da qual, eu tive que dizer que era minha prima que estava ali para eu leva-lá para conhecer um amigo meu. Enfim, o fato é que, quando eu adoeci, tive que abandonar urgentemente as drogas e a noitada, foi quando eu só piorava, sentia minhas mãos e pés gelarem e me levaram ao centro espírita, não adiantou. Somente quando uma amiga de minha mãe me levou à igreja universal do Reino de Deus, ali eu comecei um processo de libertação e fui totalmente curado das dores e síndrome do medo de sair da cama. Fui curado e me batizei nas águas, me tornando cristão. Daí em diante foram 20 anos na IURD, onde me tornei obreiro, fui IBURD para ser pastor, tomando conta de um total de 16 núcleos da igreja onde pastoriei entre o Rio de Janeiro até que a igreja me transferiu para Campos dos Goytacazes RJ, onde eu seria levantado oficialmente à pastor, algo que não aconteceu por diversos motivos burocráticos que atrasaram o processo pela política interna que não aceitava na época, que se tivesse filhos e eu tendo um filho com minha esposa, e minha esposa tendo uma outra folha na Paraíba do seu primeiro casamento, e por minha esposa ser 2 anos mais velha do que eu, a direção da igreja pediu para que ficássemos apenas como obreiros, onde então eu abandonei o desejo de ser pastor e em Campos, encontrei a literatura, a cultura e transformei toda minha história de vida. Para quem não sabe, também fui candidato a vereador em Campos dos Goytacazes RJ, no ano de 2016 e 2020, sendo também por alguns anos, vice presidente do partido Republicanos Campos, tendo uma vasta experiência política tanto em âmbito de executiva, como técnico. Montagem de nominata, campanha proporcional e majoritária, prazos com o cartório eleitoral e outros. Vale deixar registrado. Contudo, na data presente deste artigo, me desliguei do partido Republicanos para um novo projeto político do qual, em um futuro não distante, saberão em qual partido estou.

Eu fiz propositalmente esse panorama acima, para agasalhar para pesquisas futuras, um pouco a mais sobre meu turno enquanto em ciclos. Agora, vamos ao espírito do Filósofo Nilo Deyson. Me transformei em um Filósofo quando consegui desenvolver minha própria filosofia da qual sou fundador, no caso, da filosofia da imparcialidade participativa. Não falarei da filosofia aqui, quem quiser saber melhor, basta pesquisar no Google Filósofo Nilo Deyson Monteiro.

Meu espírito:  Sou muitos em mim e todos se assentam à mesa comigo. Não acredito em quase nada pelo fato de eu ter lido muitos livros, logo só podem ter certezas absolutas das coisas, pessoas que tenham lido muito poucos livros na vida. Nenhuma coisa boa torna torna seu possuidor feliz, à menos que sua mente esteja habituada com a possibilidade de perda; contudo, nada se perde quando a ilusão de perdido, quando visto perdido não se sente sua falta. Minha vida é eclética em ciclos, não sou um homem de um livro só. Hoje, se eu pudesse conversar pessoalmente com os filósofos: Nietzsche, Voltaire, Bacon, Haiddegger, Kant, Aristóteles, KierKegaard, Pascal, Espinosa, Hegel, Foucault, Sartre, Sotag, Freud e outros, qualquer um deles, sob hipótese alguma eu deixaria de debater minha filosofia. Quero dizer que, mesmo podendo mudar minhas convicções ao ouvir eles falarem, ainda assim, eu defenderia minha tese. Não pense que sabe quem eu sou, ainda que por educação e formalidade me conheça, não sabe quem sou. Tenho um Deyson dentro de mim para cada afã de aproximação. Caso não compreender meus textos no Google, fique em paz, sou para ser estudado por outras gerações. Faço parte de alguma coisa maior do que eu, duas estrelas de um mesmo cometa. Quer saber, cuidado ao ler coisas que escrevo, posso ser uma ameaça para seu parque de diversões, isto é, para suas crenças. Porém, se melhor quiser se aprofundar, sigam a página: Colunista Nilo Deyson Monteiro Pessanha.  Sou sensível, romântico, vivi um pouquinho de muitas coisas nesta vida; me apaixonei por muitas coisas e pessoas, contudo, os ciclos passaram e ficou só a verdade. Carrego comigo minha presença, meus segredos, meu universo que anda comigo dentro de mim para onde eu for, por sermos a mesma estrela, a mesma pessoa. O meu universo enigmático é incrível, me distraio com meus conhecimentos. Não toque em meu silêncio se não for para me apresentar uma companhia de verdade. Estava eu em silêncio, fora da existência e Deus, me trouxe ao teatro da vida. Quem me garante ser verdade das coisas? Para mim, a história não passa de montagem que se encaixe nos interesses dos sistemas organizados. O vazio existencial, onde o ser e o nada se encontram, porém, na consciência primeira, fora da linguagem tudo é silêncio.

Não acredito em quase nada. A vida é uma tragédia, um teatro onde cada um interpreta seus limites e condicionamentos.

Sou sensível no espírito, poeta, olhar filosofal, tenho também a habilidade de sentir os espíritos de forma imparcial sem paixões de inclinação que visa se fechar em algo pronto ou perfectus “pronto por inteiro “. Quem diz ter paixão pela religião ou pela ideologia política, é de direito delas, pois sei que a paixão é um estado de demência que cedo ou tarde vai acabar. Coisas que eu sei, segredos para se guardar e só falo o que se é viável falar. De tudo que vivi até aqui na vida, meu guarda roupa está completamente bagunçado e meu mundo fechado para visitação. Você só enxerga em mim aquilo que eu te permitir ver, pois sou uma incógnita indecifrável, que parecem finalizado em seu julgamento, contudo, sou imprevisível, podendo causar estragos em suas crenças pelo diálogo.

O diálogo serve para fazer você sair dele maior do que quando você entrou. Você deve investir em pesquisar sobre suas crenças, pois sem medo de errar, a maioria das religiões são mimos para mentes fracas que temem a liberdade e que procuram um guru, um “deus ” para te garantir segurança e aceitação. O ato de ter fé, em grosso modo é louvável e compreensivo, porém, eu, não acredito em nenhuma religião, apenas sou servo do Senhor Jesus, tendo nele e não na religião, minha fé, onde levo minhas orações e energia espiritual ao Senhor Jesus.

Posso entrar e sair sem problemas de tudo, sem traumas, como um super homem que me tornei. Antes, eu vivia em prol da religião, no entanto, a Filosofia, o meu conhecimento literário me transformou. Hoje, após ter lido livros de Filosofia, Física quântica, Teologia reversa, Teologia, Literatura, Psicologia, Neurociência, Psiquiatria, esoterismo, budismo, SatSang entre outros gêneros literários e estudar a bíblia sagrada por muitos anos, me tornei um homem simples e forte. Na data presente deste artigo, irei deixar em quais instituições sou imortal Acadêmico :  Sou imortal Acadêmico da Academia de Letras do Brasil seccional Campos dos Goytacazes RJ, também sou Acadêmico da Academia Pedralva Letras e Artes, onde sou secretário adjunto na data presente deste artigo, inclusive você pode conhecer no Google Blog Academia Pedralva Letras e Artes.  Também sou membro fundador da NAISLA ( Núcleo Acadêmico Italiano di Scienze, Littere e Arti ). Fiz parte do Rotary Club Internacional. Faço parte do Café Literário Roberto Fernandes, bem como do Clube da Leitura e fundador do Café Filosófico com Nilo Deyson Monteiro, entre outras instituições. Obviamente, ao decorrer dos anos farei parte de outras instituições. Isso ocorre pelo fenômeno do poder de atração provocado pela simplicidade do espírito do conhecimento desintencionado a priori. Costumo sustentar que o conhecimento é para encantar e transformar vidas. A Literatura mudou minha vida completamente. Hoje, tenho livros publicados, antologias, centenas de artigos publicados, em portais dos quais sou colunista. Amo muito minha vida, sim, a vida de escritor. Um sacerdócio acadêmico, do qual preencheu o lugar do qual antigamente eu vivia na mediocridade do vazio existencial.

A vida cotidiana é um fardo quando não amamos a vida que temos. Como poeta e escritor, me surgem inspirações na rua, quando estou no dia a dia, é o suficiente para eu querer escrever. Amo escrever, portanto, quem tiver curiosidade, podem pesquisar no Google: Artigos Filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha, ou lerem meus livros. Soumuitos em mim e todos se assentam à mesa comigo. Posso não ser uma janela aberta para o mundo, mas certamente sou um pequeno pelescópio sobre o oceano do social. Outra recomendação: Leiam muitos livros, inclusive sobre as histórias das civilizações e religiões no mundo todo.

Enfim, eu teria muitas coisas para registrar aqui, experiências de casamento, de relacionamentos, de política, de religião, no entanto, estou cansado.

” Meu espírito é sensível, artístico e não deve ser confundido com a vida pessoal, pois o talento não é anulado pelas circunstâncias da vida profana. ”

O talento poético, filosofal ou artístico de qualquer meio cultural, é a parte da vida comum convencional.

Em breve terão uma atualização sobre os trabalhos do Filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha  – Fundador da Filosofia da imparcialidade participativa.

” Quando você duvidar da verdade, esteja disponível para fazer silêncio e pesquisar a história das suas crenças, e descubra depois, a falácia das estórias nas estruturas por trás do pano de fundo. ”

Respeitar as diversidades, respeitar a religião dos outros e as ideologias, contudo, tenha sua posição definida, e que ela possa mudar se for o caso de ter encontrado uma verdade de dose mais forte do que aquela frágil crença de outrora.

Não fique preso em dogmas e limitações, você é livre; portanto, estrague sua vida como quiser.

Será que você estaria pronto para responder sobre uma dúvida que eu tenho sobre sua crença?



FILÓSOFO, ESCRITOR, POETA, COLUNISTA & PALESTRANTE. Fundador da Filosofia da imparcialidade participativa. Autor do livro de Filosofia Todos os Corações do mundo, e do Livro O Teatro da vida e a interpretação das coisas, quem nos garante ser verdade das coisas. Membro de diversas instituições culturais como por exemplo, é imortal acadêmico da Academia de Letras do Brasil seccional Campos dos Goytacazes, é imortal Acadêmico da Academia Pedralva Letras e Artes, ocupante da cadeira n°17 , Fundador do NAISLA, Núcleo Acadêmico Italiano di Scienze, Littere e Arti. Membro de diversas instituições. Nilo Deyson Monteiro participou de diversas antologias, periódicos e muitos de seus trabalhos acadêmicos estão no Google ao pesquisar Filósofo Nilo Deyson.

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