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A Onda Tsunami Advinda Do Ministério da Saúde | A Terrível Portaria 3.693

Fundação Hospitalar São Francisco de Assis é uma das maiores prejudicadas com a vigência dessa portaria.

Mais uma “Novidade”, ou não, para todos os brasileiros.

Não obstante as péssimas escolhas no combate na já existente pandemia, o Governo do Presidente  Bolsonaro e seu ministério instituiu, no último mês, uma alteração com a portaria 3.693 de Dezembro de 2021, através da qual há a redução do repasse de alguns equipamentos e procedimentos cardíacos, como “stents” e “marcapassos”.
Ao considerar, de certa forma, a quantidade de doenças cardiovasculares e a sua incidência em todo território nacional, a decisão recente foi um tiro no pé. Isso pois, ao diminuir os gastos em um dos principais revés da saúde pública do Brasil, haverá de existir – consequentemente – a eminência de um devastador estado de anarquia em algumas redes hospitalares conveniadas ao SUS. A importância de recursos aparentemente “simples”, como a introdução dos “stents” – procedimento utilizado para a prevenção e a correção de patologias relacionadas a obstrução das vias sanguíneas na artéria coronária- esta sendo desprezada. Entretanto, essa “economia” vai custar caro para a sociedade civil e para os profissionais de combate diário, dado que a falta de equipamentos e a impossibilidade de oferecer-se um tratamento adequado ao seu paciente resultará em danos humanos e psicológicos incalculáveis.

O aumento percentual da mortalidade no âmbito vigente é resultado da maior representativa do Brasil como um país de “Terceiro-Mundo” – classe de Países que são os principais colocados no “ranking” de mortes por doenças cardiovasculares – . Tal fato é, em síntese, preocupante, pois o sucateamento do SUS torna-se, infelizmente, real e, com isso , já sabe-se quem mais sofre nessa situação.

O Jogo Político no meio da Saúde:

A verdade é a lógica; Queiroga e seu ministério são peças de um Xadrez político, no qual o atual rei não preocupa-se nenhum um pouco com a linha de frente de seu jogo, com seus peões. Sua atuação, como a maioria dos outros líderes do atual Governo, é somente representativa e subserviente. A falta de um pulso técnico e independente no Ministério, desde a saída de Mandetta, é relevante para esses problemas evidentes. Mais uma vez, é absurdo essa retenção de gastos, logo em uma área de grande incidência e, sejamos sinceros, o tratamento dos índices controlados de “colesterol”, pressão arterial, diabetes e a prática de exercício físico não são a realidade de grande parcela da população brasileira. Essa situação denota a notoriedade dos procedimentos corretivos cirúrgicos. Espera-se, assim, um possível aumento, pelo menos, na melhora do atendimento primário e na educação salutar individual, o que, na verdade, não é uma espera e, sim, um sonho inalcançável com a atual situação na qual nos encontramos.

A incapacidade de articulação do atual Governo é explícita, as atuações da base no Congresso são desastrosas. A comissão de saúde não atua em consonância com o Ministério e o resultado é, portanto, um SUS desorganizado e ineficaz na maioria dos casos.

E a Finalidade:

A mensagem final é a seguinte: O SUS segue sendo uma das melhores heranças do Brasil, mas sua cúpula tem que ser reformulada. A saúde não pode ser negociada.



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