A dor que dói o dia inteiro

A dor que dói o dia inteiro
É doentio e abominável
Sórdido e perturbador
Sentir prazer com o sofrimento do outro.
“Ternura” : sentimento que nos diferencia
Dos psicopatas que torturam e matam
Os que não sentem as emoções como a gente.
Profunda é a dor que estas pessoas  nos causam
Dor que, muitas vezes fere a alma
Nos fazendo sangrar até a morte.
Dor levada até os limites
Na tortura estimulada na mente
Para estes, tudo se consagra em dor, lágrimas e sofrimento.


Carlos de Campos nasceu em 1980 em Biritiba Mirim, São Paulo. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-o, poeticamente, através do seu minucioso olhar. Autor do Livro Enquanto a solidão me abraça https://caravanagrupoeditorial.com.br/

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