A AGRESSIVIDADE NO AMBIENTE ESCOLAR.

Rio, 15/02/2021

Escrito pelo colunista: Antonio Chaves.

A AGRESSIVIDADE NO AMBIENTE ESCOLAR.

A Paciência e autoridade, são duas maneiras de instruir a criança a usar sua agressividade de forma equilibrada, como impulso de determinação.

Existem alguns comportamentos que são característicos como: – tapas. –  mordidas. –  gritos. –  chutes. Os pais já podem orientar e colocar limites para o filho diante dos primeiros comportamentos agressivos por ele manifestado. Converse com a criança, puni-la pode não ser a melhor solução. Além da criança não entender esse limite, os tapas e empurrões dados nos colegas da escola, podem ter outro significado, como vontade de aproximação.

A ausência de limites, da tolerância excessiva dos pais; a falta de tolerância perante frustrações; violência física ou emocional; ausência de carinho. São fatores que provocam comportamentos agressivos, porém é necessário observar se a criança não está passando por um momento de transformação em sua família. Como separação dos pais, ganho ou perda de novos membros na família; seja por nascimento de irmão; ou morte de alguém querido.

A violência é hoje uma das principais preocupações da sociedade. Ela atinge a vida e a integridade física das pessoas, é um desenvolvimento que tem suas raízes na história. A definição de violência se faz necessária para uma maior compreensão da violência escolar, é importantíssimo refletir a diferença entre agressividade, crime e violência.

A agressividade é o comportamento adaptativo intenso. O indivíduo que é vítima de violência constante, tem dificuldade de se relacionar com o próximo, de estabelecer limites. Porque estes, às vezes não foram construídos no âmbito familiar. O sujeito agressivo tem atitudes agressivas para se defender e não é tido como violência, pode ser também uma reação consequente a um sentimento de ameaça.

São inúmeros os fatores que podem levar uma criança ou um adolescente a cometer tal violência: –  A desigualdade social é um dos fatores que levam um jovem a cometer atos violentos. – A situação de carência absoluta de condições básicas de sobrevivência. – A pobreza seria geradora de personalidades. Porque além de serem pobres se sentem maltratados, vistos como diferentes e inferiores. Por essa razão, as percepções que têm sobre os jovens endinheirados, são muito violentas, sendo uma forma de castigar à sociedade que não lhe dá oportunidades.

A influência de grupos de referência de valores, crenças e formas de comportamento, seria também uma motivação do jovem para cometer crimes. Motivo este, pelo qual os jovens aderem as gangues e a busca de respostas para suas necessidades humanas básicas, como o sentimento de pertencimento, uma maior identidade de autoestima e proteção.  Parece ser esta uma solução para os seus problemas, por isso o infrator se sente protegido por um grupo no qual tem confiança.

Os Valores como: –  solidariedade. –  humildade. –  Companheirismo. –  Respeito. – Tolerância. Deve ser bastante estimulado nas práticas de convivência social, quer seja na família, na escola; no trabalho; ou em locais de lazer.

As inexistências dessas práticas dão lugar ao individualismo, à lei do mais forte; à necessidade de se levar vantagem em tudo. É daí que surge a brutalidade e a intolerância.

Se esse valor não for colocado em prática, o indivíduo enfrenta uma grande oferta de oportunidades como o uso de drogas, uso de bebidas alcoólicas; uso da arma de fogo aliada a inexistência do controle da polícia; da família; da comunidade, o que leva o indivíduo a concluir tais atos, devido à falta de carência e afetividade. (Namastê).

Mensagem do dia: Violência atrai violência e acaba destruindo o caráter de quem a provoca.



Nasci em 1959 no Rio de Janeiro e venho de família humilde. Lutei muito para chegar onde ainda contínuo chegando. Comecei a me interessar pela poesia ainda na adolescência. Onde eu escrevia pequenos trechos. Foi quando comecei a sentir uma vontade enorme de me expressar através desses trechos. Comecei a sentir uma profunda sintonia com o meu modo de ver e de sentir. Desses pequenos trechos, fui juntando cada frase que escrevia, até surgir a arte da poesia na minha vida. A partir desse momento, comecei a participar de vários Concursos Literários. E não parei por aí. Comecei a participar de Antologias Literárias, ganhando vários Certificados de Participações. A minha primeira antologia foi com o tema "MEU BRASIL BRASILEIRO" (2013), a segunda com o tema "BRASIL de A a Z" (2014), a terceira com o tema "FAZENDO AMOR COM A POESIA" (2015), a quarta com o tema "TODAS AS MULHERES DO MUNDO" (2017), a quinta com o tema "ANUÁRIO DE ESCRITORES 30 ANOS" (2018). O meu primeiro livro publicado Infanto-juvenil, o INDIOZINHO GUARANI (2018). Estou indo para o meu segundo livro, que está em análise na editora. Está pensando que estou com a intensão de parar? Está redondamente enganado. Não tenho esta intenção. Estou escrevendo outros. Me formei em Bacharel em Publicidade e Propaganda. Fiz o curso Técnico de Enfermagem. E o destino quis, que eu cuidasse de vidas humanas. Sou Servidor Público Estadual. Escritor. Colunista do jornal de grande expansão no Mato Grosso do Sul. Colunista do site Pensar bem viver bem em São Paulo. Colunista da Revista Statto no Rio Grande do Sul. Eu me defino como um ser em mutação porque estou em busca de ideias inovadoras para minha vida. Quero concluir, lembrando a todos, que a figura do professor é a principal referência de nossas vidas e precisamos garantir o direito à leitura no sentido geral. Que esta minha história de vida, possa incentivar aos mais jovens, que dizem não gostar de ler. E sabemos: - não gostam de ler porque não foram motivados, não foram ensinados. Leitura se ensina sim, e ensinar é democratizar a experiência da leitura. É portanto, responsabilidade docente promover a leitura e assegurar a todos, o direito de ser um indivíduo atuante no mundo em que vivemos.

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